quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Arte do Insulto – Rafinha Bastos


Assuntos da atualidade debatidos com muito humor e irreverência. Sozinho no palco, seguindo o estilo Stand-up Comedy, o ‘pequeno’ apresentador do CQC (Custe o Que Custar – Band) divertiu o público jundiaiense que lotou ontem o Teatro Polytheama.
Podem me chamar de chata ou do que for, mas sempre detestei programas de humor, tais como Zorra Total ou Casseta e Planeta – da Rede Globo. Achava aquilo tudo profundamente ridículo e insano, sendo impossível achar graça em qualquer piada que eles viessem a contar. (Aos que gostam desses programas, desculpe, mas vocês são retardados, não é possível!)
Quando uma amiga me falou do CQC, achei que seria como os outros programinhas idiotas que eu tanto detestava. Mas, uma bela segunda-feira, quando não tinha nada de interessante na tevê, resolvi dar uma espiada – por que não? – na Band, no tal programa de humor já tão famoso na minha escola.
Pois é, hoje acho que minha vida se resume em antes e depois do Custe o Que Custar. Simplesmente a-m-e-i aquele programa! Era diferente de tudo o que eu já havia visto, e pela primeira vez, pude dar altas risadas com um programa de humor.
CQC não é como os outros. É um humor inteligente, que debate e critica assuntos importantes, como política. E tem também quadros sérios – dos quais eu admiro muito – como o Proteste Já, apresentado pelo Rafinha.
Quando soube que Rafinha – diga-se de passagem, um dos meus repórteres preferidos do CQC - viria à minha cidade, não poupei esforços pra ir. Infelizmente, não consegui exatamente os melhores lugares do Polytheama, mas, valeu a pena!

E eu recomendo! Se tiverem a oportunidade de assistir à ‘Arte do Insulto’, assistam! Que tenho certeza que não irão se arrepender!

Beijomeliga! <3

P.S: Rafinha citou na peça que cantores de pagode não morrem. To começando a achar que os de forró também não! Viram o acidente do avião da Banda Calypso? Caceta, por que eles não estavam no avião? Oh, droga ¬¬.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Em terra de cego,

quem tem um olho é rei.

Nunca notei tão bem o sentido desse ditado como hoje. É impressionante como as pessoas dão valor pra coisas tão pequenas. A verdade é que ninguém faz seu trabalho direito e quem faz acaba sendo coroado como O MELHOR. Mas afinal, o que ele faz para ser propriamente o melhor? Nada além da sua obrigação... Da obrigação de todos os outros.
Exemplificando: Eu ganhei hoje (pela 3ª vez seguida \õ) um diploma de Honra ao Mérito, oferecido aos alunos que se destacam.
Tudo bem, mas o que eu fiz pra ganhar isso? Certo, tirei boas notas e tal. Mas isso não era pra ser a obrigação de todos?

Então, por favor, sem esse papo de excepcional, ok? '-'

Beijomeliga :*

PS: Parabééns Marcelo Tas, meu docinho de côco! ^-^